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História é Conhecimento Reflexivo
 


Bibliografia:
Revista Super Interessante do mês de maio/2006
__________________________________________________________________________________
Bibliografia: Schimidt, Maria Auxiliadora, Marlene Cainelli, São Paulo, Scipcione, 2004 (Pensamento e ação no magistério); e
Bloch, Marc Leopold Benjamin, 1886-1944 (Aplogia da História ou o Ofício do Historiador).


Escrito por sebastiaoleite às 08h46
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A CONSTRUÇÃO DO FATO HISTÓRICO E O ENSINO DA HISTÓRIA

Entendendo Marc Bloch para poder ensinar a história problematizante
No Livro Apologia da História ou o ofício do historiador, há uma síntese de como a história positivista precisava ser modificada para dimensionalidade de ciência para a História, que segundo Marc Bloch ´´não era uma ciência do passado``, além de apresentá-la como ``história como problema``. Com este pensamento conclui-se que a história precisa ser problematizada, analisada e criticada em todos os sentidos para que se der veracidade ao fato, não apenas por ser um fato, mas por ter sofrido uma série de questionamentos e estudos que não permitam contradições, a não ser que surjam novos indícios, depoimentos ou outras fontes que possam elucidar ou modificar um posicionamento.
Havia uma necessidade de mudar a forma e as metodologias de estudar e analisar um documento para que o historiador do futuro conseguisse responder a uma pergunta muito peculiar com relação à Ciência Histórica: para que serve ou por que estudar História? Esta pergunta se torna fácil de responder quando se lê e interpreta este Livro de Marc Bloch.
A história exclusivamente militar e política não era a única forma de estudo, pois tudo era passível de se tornar fato histórico, ou seja, uma roupa, um costume, uma culinária, uma pessoa que tenha vivenciado e por isso testemunha ocular para contestar documentos. Isso tudo ampliou o horizonte de como se ensinar e aprender esta disciplina.
Editor de uma Revista Revolucionária “A revista dos Análles” Bloch e Febvre deram um passo importantíssimo para provar aos positivistas que tudo carece de uma transformação para melhorar entendimentos e pesquisas. Para melhor entender há uma necessidade constante de atualizar os métodos de ensino, estudo, pesquisa para dinamizar.
Segundo Marc Bloch o processo de historiador estaria bem definido como sendo o seu ofício: ``compreender o presente pelo passado`` e, correlativamente ``compreender o passado pelo presente``. Com base neste enfoque percebemos o objetivo que Marc Bloch buscava seguir que era moldar formadores com este pensamento. Seguindo ainda mais profundamente, Bloch explica que o historiador precisa se render ao coletivo e de sua importância para entender a história e de como ela precisa das ciências auxiliares para dar mais veracidade aos seus estudos.

A problematização do conhecimento histórico em sala de aula
Hoje se busca ensinar história probelamatizando a realidade social do aluno.
A prática reflexiva, onde o aluno explica historicamente a realidade em que vive faz parte do ensino dinâmico. Nessa prática o aluno é o ponto de partida.
Esta é a metodologia do ensino da problematização.

A Crítica
Esboço de uma história do método crítico
Não podemos acreditar em tudo o que é dito ou escrito, porém também não se devem desperdiçar esses testemunhos. O que se tem a fazer é criticar e realizar uma triagem do que realmente pode ser aproveitada em prol de uma ciência que precisar provar o seu valor a sociedade.



O Ídolo das origens
Neste ponto do livro de Marc Bloch, há uma crítica de como alguns historiadores buscam nas origens a explicação do presente, porém não estudam o contemporâneo fim buscar saídas de erros do passado e do presente, pois se estivesse nas origens às soluções para os problemas sociais, políticos, econômicos não haveria guerras, disputas, violência e tantas outras conjunturas que alteram, às vezes, uma superestrutura.
Por isso não se explica um fato ou fenômeno histórico fora de seu momento atual.
A observação histórica
Explicita-se as formas de observação direta e indireta, onde, respectivamente, uma é utilizada por relatos, descobertas arqueológicas, documentos antigos, porém, sempre, com a finalidade de analisar a veracidade destes fenômenos históricos. Na outra forma de observação, o próprio investigador está dentro no acontecimento e tem com analisar diretamente além de Ter outras testemunhas com a finalidade de documentar e dar veracidade aos fatos. Hoje o antropólogo ou outro investigador direto tem dar formas aos seus estudos com a finalidade de que suas informações sejam fidedignas de leitura e futuras investigações, buscando sempre uma possível nova verdade para aquela que foi evidenciada anteriormente.

A Análise histórica
Julgar ou compreender?
Nos exemplos descritos no texto, compreende-se que num fato histórico o julgar nos obriga a sentenciar os erros cometidos em vez de compreendê-los antes de sentenciá-los, logo que todo julgamento deve ser precedido de um estudo e desse retiradas às devidas questões que levaram ao acontecido.
Compreender não é ser passivo, pois necessitamos da dicotomia realidade x homem. Por exemplo: uma descoberta de uma nova escrita nos levará a uma série de questionamentos sobre a língua, a origem, possível misturas de raças, como viviam, ou seja, uma infinidade de perguntas sem respostas que problematiza e ilumina a vida de um historiador.

A nomenclatura
O historiador não tem ferramentas exatas, pois o homem, suas ações, o meio e as relações entre esses atores nos faz importantes neste estudo complexo do homem e de como o meio se modifica no tempo e de como o tempo modifica o homem pelo meio. É uma transformação constante, onde a sociedade deve ser observada em todos os aspectos e detalhes para entendermos à política, economia e o social dependem um do outro e de como esses relacionamentos devem ser registrados para um estudo futuro.


Escrito por sebastiaoleite às 08h41
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Curiosidades e Conhecimentos:
Perguntas para entender:
A Nacionalização do gás na Bolívia - Ela foi legal?
Resposta: a ONU garante a soberania de um país sobre seus recursos naturais e reconhece a nacionalização como algo legítimo. O Brasil, por exemplo, começou a dar conceções de exploração de petróleo a estrangeiros em 1864, e em 1938 resolveu nacionalizar o produto. Mas do ponto de vista diplomático o ato foi, sim, ilegal, já que a Petrobras atua lá sob contratos que só venceriam em 2019.

Qual é a alternativa?
Poderíamos importar gás natural liquefeito, que é transportado de navio e pode ser comprado de qualquer produtor. O problema é o preço (7 dólares, contra os 3,7 em que o gás boliviano estava fixado). Quanto a Petrobras, ela promete auto-suficiência em gás até 2008.

Que tipo de sanção a Bolívia pode sofrer?
Quem supervisiona contratos ente países são fórum internacionais.
Os contratos de importação de gás entre o Brasil e Bolívia prevêem que conflitos sejam levados a um deles.


Escrito por sebastiaoleite às 08h39
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comentário do dia

Plano de Aula


Conteúdo:


O Primeiro Reinado e O governo de D. Pedro I


1- Luta pela consolidação da independência;


2- A Primeira Constituição brasileira;


3- Nordestinos enfrentam o autoritarísmo do imperador;


4-Fim de um governo autoritário.


 


Objetivos Específicos:


- Citar as principais lutas pela consolidação da independência brasileira e relecioná-las à criação da primeira Constituição Brasileira;


- Fazer uma abordagem do autoritarismo do imperador em relação ao Nordeste e o fim do seu governo.


 


Atividades:


- Resolução (em grupo) de questões propostas a partir da leitura de um texto complementar.


 


Avaliação:


-Através das respostas dos alunos às questões.


 


 


 



Escrito por sebastiaoleite às 23h08
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